1960, a década das revoluções, está de volta. Símbolo da liberdade e da jovialidade, da rebeldia ingênua, da moda como sinônimo de comportamento, do psicodélico e ao mesmo tempo do romântico.
Vestidos de tubinho e em linha reta, roupas espaciais, fluorescentes e metálicas, calças cigarettes, cabelos volumosos, sapatos com saltos e bicos quadrados, formas geométricas, joias com pérolas e outras pedras preciosas – exuberantes tanto em tamanho quanto em formato.
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