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Postado em 30/07/2013 em Porta Joias | 0 comentários

Origem das Joias

Origem das Joias

As joias sempre existiram de certa forma na história da humanidade. Os adornos estão presentes desde a pré-história, quando eram feitos com ossos, pedras, dentes, conchas e madeira. Sua finalidade era ressaltar o status e o papel de cada um na sociedade ou servirem como amuletos protetores.

Para os egípcios, as joias representavam suas crenças e seus deuses. Os acessórios eram lapidados em formato de animais mitológicos como escaravelhos, serpentes e dragões que associados aos seus poderes simbólicos, funcionavam como proteção e força. As joias egípcias destacavam-se pela sua riqueza de cores, obtidas de minérios como feldspato e lápis-lazúli.

Coleção Roberto Cavalli inspirada no Egito

 

Os celtas – povo que habitava parte da Alemanha, Suíça e Áustria – fabricavam joias em bronze e ouro, como colares, broches, braceletes e fivelas. Tinham grande desenvoltura na gravação em metal e na esmaltação, usavam padrões circulares, espirais e formas em “S”. Já os gregos fabricavam peças com formas geométricas e retratavam cenas mitológicas em braceletes, brincos e colares.

 

Crucifixo Celta

Crucifixo Celta

 

A joalheria romana teve influência dos gregos, etruscos, egípcios e outros povos. Os romanos dominavam a técnica de filigrana com maestria – trata-se de usar fios muito finos e bolinhas de metal, para compor uma joia. Os estilos provindos de origens diversas sobrepunham-se na mesma peça.

 

Joias em Filigrana

 

Os romanos não eram tão detalhistas quanto os gregos, mas também passaram a utilizar policromia, folheando de ouro uma superfície de madeira e depois aplicando esmalte por cima. As esmeraldas prevaleciam e apareciam junto com pérolas. Pedras como safira, topázio e diamantes também eram apreciadas.

 

A bulla romana era uma espécie de cápsula que acompanhava a criança do nascimento até os dezessete anos, dentro da qual colocava-se substâncias protetoras. Outras formas utilizadas eram a roda, o alfinete grego conhecido como fibulae e a barra horizontal à qual unem-se dois ou três pendentes verticais, de origem asiática. Com o avançar do Período Imperial, veio a técnica de perfurar folhas de metal para criar motivos decorativos e a preferência por joias multicoloridas, com rubi, granada, âmbar e ágata em uma mesma peça.

Bulla Romana

 

Os camafeus – pedras lapidadas de maneira a formar uma figura humana – também foram muito usados pelos romanos. Tiaras com pérolas enfeitavam os penteados das senhoras da aristocracia e, posteriormente, veio o costume de usar moedas e medalhas em anéis masculinos ou como distinção militar. Se usadas em colares ou broches, as moedas eram uma forma de adulação ao rosto estampado em sua superfície. Depois surgiram os braceletes em ouro maciço e uma versão maior do alfinete grego, semelhante às atuais fivelas redondas usadas em cintos, para prender os mantos.

 

Camafeu

 

Muito da estética desses povos ainda acompanha as criações dos designers contemporâneos, afinal, bom gosto e elegância são atemporais. A Vecchio Joalheiros trabalha com joias de todos os estilos, sempre disposta a oferecer a peça ideal para cada um. Consulte nosso acervo.

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  1. Diamante: A pedra do Mês de Abril - [...] Portanto, presentear uma pessoa com diamantes é deixar escancarado que você está dando uma joia única para uma pessoa …

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